Era uma vez a Farsa do Mercado Publicitário baiano.

Ministério da Saúde adverte: Antes que você se pergunte, sim, esse post contém alto teor de dor de cotovelo e uma pitada marota de decepção.
Custávamos a acreditar que não havia profissionalismo na Publicidade da Bahia, por mais que falassem. Pagamos pra ver.
Foram 13 dias desde a publicação do resultado dos finalistas de um tal concurso aí sobre marketing promocional. Onde a nossa tão querida Universidade Católica do Salvador, por mais inacreditável que isso possa parecer (e parece) conquistou 04 chances entre os 10 finalistas. Uma probabilidade e tanto. Só nós, os estudantes da Ucsal sabemos o que passamos dia após dia naquele campi.

(Nunca fomos tão aomilhados)
Com projetos sérios, viáveis e reais, fomos na cara e na coragem, competir com outros nem tanto assim. Alguns deles vindo da Terra do Nunca, outros vendendo uma dose cavalar de utopia, uma caixa mágica de emoções, um jardim de rosas de jornal, um barquinho de papel que te levava ao País das Maravilhas…


(O picadeiro no Bar 30 segundos. Apropriado, não?)
É realmente muito difícil competir, quase desleal. A Ucsal deveria ter um curso de Artes cínicas Cênicas com enfase em stand up comedy para treinar os alunos e desenvolver toda essa ~ malandragem ~ , esse jeitinho moleque de enrolar o cliente. Porque aprovar erros do tipo: campanha sobre sustentabilidade e reciclagem com uso de flyers e panfletos; ação no período de férias nas escolas VAZIAS, dentre outros tantos que não iremos comentar (porque não sou nem obrigada), fica a reflexão: A Ucsal é diferente? Olha, eu não sei vocês, mas quem viu esse freak show do último sábado pode dizer “Sim”. Se é melhor ou pior? Não sei, mas pelo menos não é igual.

(02 plaquinhas de consolação. É o que a Ucsal tem pro almoço.)
Pedimos perdão pelas fotos de celular e pela amargura nas palavras. Até a próxima postagem da rádio que dessa vez se lascou. :( #todoschora



